quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Resposta de um amigo a um convite


A paisagem é puramente um artifício para compor a postagem.

Vejam a resposta que recebi de um amigo aqui do parque, recentemente chegado de uma viagem ao Morro do Chapéu, à um convite meu para que me visite à tarde para colocar o papo em dia...


Com certeza, já estou escrevendo. Hoje não posso, estou aqui de plantão esperando uma geladeira que já veio e foi devolvida por causa de um arranhão que não estava incluso do preço e depois irei com um sobrinho comprar uma guitarra que espero que ele vá tocar nos quintos dos infernos! Liguei para a Angelica e tive notícias do Habib que estrá bem, para quem tem pneumonia, é claro. Como estou com uma tosse de cachorro que trouxe da Chapada como resultado de dormir ao relento durante 7 dias, não acho prudente fazer-lhes uma visita.


Abraços.
 
Faz sentido....



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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Imagens do Rio Vermelho





 
Em momento de maré baixa e num lindo dia de sol, consegui estas fotos  da janela da Biblioteca Juracy Magalhães Jr.
 Em destaque,  na paisagem, os rochedos recobertos por algas verdes e viçosas.
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sábado, 14 de janeiro de 2012

O meu vizinho e amigo e o seu peru de Natal

 
Na verdade , eu precisava de uma foto de um peru , mas, com a preguiça de sair caçando um, por aí, numa cidade grande,  e  como quém não tem cachorro caça como gato, encontrei, no meu arquivo, esta foto destes simpáticos gansos, que, felizmente , estão vivinhos e lúcidos para " reperesentar " o peru devorado no Natal... A curiosidade , aqui no caso, é que essa trinca tem medo de água... Só para beber !
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Acabo de voltar de uma viagem de um mês , durante o qual quase não mantive contato com os amigos do bairro. Por isso , logo procurei rever o pessoal, principalmente os mais próximos, mesmo levando em consideração o fato de que, ainda este mês, farei uma nova viagem e estarei fora , cerca de mais 30 dias . Um amigo, melhor dizendo, vizinho de bairro, que mora ao lado do que foi uma casa de família e que continua mantendo a aparência de uma residência normal, e hoje é uma empresa, pois a parte baixa do Parque Cruz Aguiar está uma mistura de algumas poucas casas que restaram ,já que as que sumiram deram espaço a empresas como clínicas, restaurantes , academia, etc. , me contou que este ano teve uma surpresa. Ele tem mantido um relacionamento cordial com o pessoal da empresa vizinha, muros colados , como todos nós, aliás, por aqui. Me contou que ficou surpreso ao receber em casa às vésperas do Natal, um enorme peru que , segundo ele, mais parecia uma avestruz. Agradeceu a surpresa e passou a se preocupar em como iria utilizar tanta carne. O danado, de tão grande e peitudo, quase não cabia no forno, teve que ser assado na padaria..., fato que, aliás, é um costume antigo. Mandar assar o peru na padaria ... Para completar a surpresa, ainda foi convidado para o jantar de confraternização entre os funcionários, a quase totalidade dos quais nem conhecia, num restaurante de classe, no próprio bairro, ou seja, no Rio Vermelho , e como ele não é pessoa de abrir mão de um convite dessa natureza... Tem comida, bebida e cinema, é com ele ! Tanta gentileza por parte do vizinho, algo que já saiu de moda e que apenas lembra o antigamente, quando as pessoas  presenteavam justamente o peru para a ceia de Natal , vivo, é claro , porque no antigamente a que me refiro não havia ainda os congelados que facilitam , em muito, as vidas das pessoas, embora não seja a mesma coisa. Os penosos tinham que ser comprados nas feiras livres. Davam trabalho. Teriam que ser levados para casa,  é claro , e mortos na véspera, após serem forçados a engolirem uma bela dose de pinga para ficarem grogues antes que a faca lhes fosse passada pelo pescoço. Diziam os antigos que, dessa forma, era mais fácil praticar o peruicídio, e que a carne ficaria mais macia ! É por isso que dizem que quém morre na véspera é o peru. Na véspera do Natal. Muitas vezes, passava um ou outro vendedor de porta em porta , oferecendo o galináceo , que poderia ter sido afanado à noite em alguma chácara da cidade ! ... Lembram que já existiu o ladrão de galinha e, certamente, de patos e perus ? O fato deixou o meu amigo cabreiro e tentando imaginar o motivo de tanta cordialidade , até porque isso hoje está fora de moda e o relacionamento, na verdade , é meio informal , a ligação muito tênue. Vivemos numa época em que cada um cuida de si. Parecia não haver motivos para tantas gentilezas , mas convites são convites e presentes são presentes e a época das festas natalinas, oportuna. Além do mais, não havia perigo de lhe pedirem algo em troca... Mas é como dizem por aí. Tem gente que não bate prego sem estopa! E foi o caso. Dias depois de tudo isto acontecer, é que ele descobriu que aquele jantar e o peru serviram para estreitar a amizade de vizinhos uma vez que do outro lado começou uma reforma parcial dos escritórios com direito a muita poeira e barulho, algo que o meu amigo não esperava e detesta. De marretadas e talhadeiras na tentativa de cortar concreto envelhecido e endurecido. No final das contas, pelo menos, foi uma maneira gentil de calar a boca do vizinho que não fez por menos. Foi ao jantar, e deu um jeito de dar sumiço no peru... Agora, só no próximo Natal, que, da forma que o tempo passa, não está tão longe assim... se resolverem fazer alguma outra reforma ! É póssível que surja mais um jantar e outro peru . O peru, não faço questão, mas ao jantar, certamente eu irei...Eu e ele somos inseparáveis !...



Sarnelli em 14.01.2012

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A ponte sobre o Rio Lucaia no Rio Vermelho

Alguém se lembra de que a grade sobre a ponte do rio Lucaia caíu por exaustão, corroída pelo salitre e pelo abandono na manutenção. a que foi sobmetida ? A situação hoje é a que aparece nas fotos ( às 10,o0 horas do dia 13.01.12 ) e devido a um acidente com veículo , que  aliás, provocou a queda de uma pessoa no leito do rio Lucaia ( dá no mesmo, não dá ?). Tem tempo, isso. Até agora só fizeram as colunas , cuja solidez me deixa em dúviva e só Deus sabe quando será colocada a grade de proteção. Enquanto isso, no outro lado da ponte, parece que vai continuar a grade antiga, também enferrujada, demonstrando serviço de sapateiro, ou seja, uma meia-sola . A informação que tenho é a de que " mandaram fazer as grades " mas não dizem quando serão colocadas... Só em Salvador, acontecem coisas assim.

A grade da Mariqita, foi reparada logo após o acidente que a danificou...
Durma-se com um barulho desse.
Parece até que a prioridade é toda  da orla... o resto da sujeira , é empurrado para baixo do tapete...onde o turista não vê!

Nem a idéia de colocarem uma fita amarela e preta ( oficial ) alertando a população, tiveram.


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Uma bela paisagem do Rio Vermelho


Foto sacada de uma das janelas da Biblioteca Juracy Magalhães Jr. em dia de sol, muito sol, maré  baixa e rochedos cobertos por algas marinhas ...
Use o zoom para aumentar a imagem.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A morte lenta da parte baixa do Parque Cruz Aguiar



O fim do Parque Cruz Aguiar ( parte baixa )



O Parque Cruz Aguiar está sob os holofotes e olhares de comerciantes à procura de espaços para se estabelecerem, num local onde não cabe mais nada ...No momento, temos a reforma ( com alvará ) de uma grande residência na esquina da rua Ilhéus com a Alagoinhas ou Cachoeira, não sei ao certo , que chama atenção pela cor que cobriu o imóvel , violeta , quase roxo , totalmente modificado, uma obra da própria prefeitura, com frente para a rua Itabuna e fundo para a Feira de Santana . Sempre a Feira de Santana , onde existe um prédio inacabado e cuja solução ainda não está à vista . Ultimamente , começaram um muro, houve algum barulho sobre ele, a Sucom disse que estava regular , mas, depois , pararam e o que veio ao meu conhecimento é que o trabalho foi interditado ! De fato, agora, o local só está servindo para depósito de detritos. Não, por enquanto não é lixo. Portas velhas, madeiras, galhos e coisas assim. mas, não demora muito e...

A novidade mais nova, a meu ver, é a obra interditada na rua Feira de Santana, esquina com a praça Dr. Carlos Batalha, o restaurante de especialidades espanhola , que deveria trazer , também, cultura e muita movimentação “ para o nosso bairro “ , segundo palavras dos interessados... Justo o que não nos interessa : mais movimentação ! Esta obra ficou interditada por quase dois anos porque estava sendo realizada na raça, mas agora exibe , e bem na minha cara ( o que é legal, é legal, preciso admitir ... ), uma placa da prefeitura , indicando o alvará n. tal que garante que está tudo em ordem.....pelo menos por quatro anos, que é o tempo que terão para terminar a obra, observadas, naturalmente, as exigências da SUCOM. Depois nós iremos ver o que e como vai funcionar por aqui . Até aí, tudo bem . O sufoco do Parque ( parte Baixa ) é lento e progressivo... A conquista de áreas para a implantação de empresas não pode parar , mas daí a mudar as regras do jogo no meio da partida, a diferença é muito grande. O Parque , que nasceu como um bairro residencial , está com os seus dias contados , morrendo asfixiado. O crescimento da cidade , com a complacência da prefeitura , o engoliu sem o menor respeito aos moradores que aplicaram, na maioria das vezes , todas as economias das suas vidas, num teto para morar e curtir a juventude da idade avançada. Afinal, querem nos expulsar das nossas residências, muitos de nós com mais de 50 anos no mesmo endereço ? Não, daqui não saio, daqui ninguém me tira em vida . Tudo, porque a prefeitura libera alvarás sem o menor critério, para um bairro que já tem a fama de o Centro da Boemia de Salvador. Não considera à presença de veículos no pouco espaço existente. Onde irão estacionar tantos veículos sem incomodar os moradores ? Junto com os veículos, quantas mais pessoas serão atraídas para o bairro e que sairão dos deles a altas horas da noite fazendo barulho ,com uma latas de cerveja na mão , falando alto e achando graça de tudo ? Pior : muitos dos rapazes sairão dirigindo sob o efeito dos gazes etílicos !... E não é isso que queremos.

O comum por aqui é ver-se passeios piquetados ( que não seriam necessários ) carros espalhados por todas as ruas ( de dia e à noite ) e sobre passeios...e, pior ainda, passeios privatizados por donos de empresas e restaurantes ! Não é um absurdo ?

Outra coisa mal feita também, , são as obras realizadas pela concessionária da BR24 que, para a recuperação das pistas. Realizam os trabalhos durante o dia , interrompendo faixas, quando poderiam e deveriam realizá-los à noite para não provocar os engarrafamentos monstros que tanto prejudicam a população. Seguindo o mesmo modelo , nossa prefeitura sempre fez e continua fazendo o mesmo , no centro da cidade e nos horários de maior movimento. Remenda as pistas, de dia, provocando engarrafamentos evitáveis quando poderia e deveria trabalhar à noite com melhores resultados , maior segurança para os operários e oferecendo uma melhor qualidade de vida aos cidadões-motoristas...



Pobre Salvador !

Sarnelli, em 11.02.1012.

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domingo, 8 de janeiro de 2012

Tomaram a praça de Ondina do povo !









Vejam como a prefeitura trabalha de costas para a população ! Tomaram a praça do povo , que não terá direito a ela uns dois ou três meses por ano. Espaço público, cedido a empresários para faturarem fortunas no carnaval! Negócio da China ! A par de ser um absurdo, esta " anomalia administrativa ", alguém poderia explicar o que a cidade ganha com isso ?

Não é muita falta de respeito para com uma população inteira ?
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